terça-feira, 22 de janeiro de 2013


Meu cabelo está preso, mas minha alma anda à solta por aí. Cuidado! Ela carrega uma cicatriz eterna e enxerga através dos óculos de si mesma. Nada acima do meu pensamento me move, nada abaixo dos meus pés me carrega. Nada de palavras de solidão, ou clichês de falsos sorrisos: os meus são verdadeiros e tenho em mim todas as pessoas do mundo. Sou poeta, sou como a morte – recolho e guardo quantas almas eu puder carregar.

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